3 etapas para a implementação do PAC

Por 7 de abril de 2020julho 14th, 2020Destaques, Normas e Processos
3 etapas para a implementação do PAC

A indústria tem como papel monitorar tudo o que acontece na empresa de forma local e documental, garantindo a inocuidade de seus produtos. Você deve estar se perguntado: “Como é possível monitorar 100% de tudo o que acontece?” A resposta está na implementação dos Programas de Autocontrole, conhecidos como PAC. Separamos 3 etapas para a implementação do PAC que serão de grande utilidade para você e sua empresa.

Através dos Programas de Autocontrole, é possível perceber os principais tipos de desvios de qualidade e investigar as suas causas. Os “erros e defeitos” são identificados com facilidade, contribuindo para a elaboração de medidas preventivas, que podem evitar grandes prejuízos. A BPF (Temos um Guia Definitivo para a certificação BPF, clique aqui e acesse) , PPHO (Procedimentos Padrão de Higiene Operacional) e  APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) são exemplos de ferramentas e metodologias que compõem esse processo.

Por que é importante a implementação de PACs?

Antes das atualizações na legislação, em 2017, as fiscalizações eram realizadas nas indústrias com foco no produto final. Com a inclusão da metodologia SIF, todo o processo passou a ser avaliado de forma mais intensiva e precisa em relação a:

Etapas para a implementação dos PACs na sua empresa

Os PACs são elaborados de forma específica para cada empresa, o que é definido pela legislação são os elementos de controle, a partir deles são construídos programas de autocontrole para atender as conformidades de cada item. Para isso, existem três etapas fundamentais para a implementação do PAC ou PAC’s:

1° Etapa

  1. Descrição: Documentação que inclui todos os elementos de inspeção, roteiro de monitoramento diário da indústria (descritivo, registros, planilhas, documentos que vão em campo, que tem a função de fotografar a indústria, dando auditabilidade). Diz tudo que está acontecendo na empresa.  O que o documento diz tem que ser evidenciado na prática.
  2. Aprovação: Toda documentação de descrição precisa ser aprovada pelo FISCAL. Uma, vez aprovada vamos para a segunda etapa.

2° Etapa

  1. Implementação: É a hora de colocar em prática o que foi descrito e aprovado na etapa anterior. Para isso, é preciso que todos que integram a empresa tenham conhecimento dos programas. Nesta etapa, o foco deve estar em treinamentos

3° Etapa 

Consolidação: Nunca um programa de autocontrole estará finalizado, é sempre necessária uma atualização contínua através de:

  1. Monitoramento local: É realizado pelo monitor da gestão da qualidade. Nesta etapa, tudo o que acontece no local, como as não conformidades e ações corretivas, deve ser devidamente registrado.
  2. Verificação: É feita pelo chefe da gestão da qualidade, dividida em:
  • Documental: conferir se o monitor preencheu o documento corretamente, atestando a sua legitimidade.
  • Técnica: avaliar medidas corretivas, medidas preventivas,e havendo a necessidade, repassar para os setores responsáveis.
  • Local: saber se aquilo que está sendo documentado condiz com a realidade da empresa

Lembre-se: A empresa tem a responsabilidade de implantar e efetuar os programas de autocontrole, no entanto, não há modelos e normas que ditem as regras para o desempenho dessas atividades. As frequências de registro, inspeção local e monitoramento, também,  são desenvolvidos pela própria empresa.

Diante de todos as etapas, é fundamental entender a importância que os documentos têm dentro de todo o processo. Portanto, ter um banco de dados ou sistema de gerenciamento de documentos, em que todos os setores tenham acesso a informações em tempo real, como o Maxdoc, pode fazer toda a diferença para uma implantação de sucesso.

Seguir essas etapas de forma sistêmica pode garantir eficiência e trazer melhores resultados na implantação dos programas de autocontrole em sua indústria!

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