Ferramentas para a Gestão de Riscos

Como escolher as ferramentas para a Gestão de Riscos

Os riscos estão presentes no dia-a-dia de todos, desde pessoas comuns a corporações. Por isso, a Gestão de Riscos é um item importante que precisa ser levado a sério em qualquer tipo de organização. No artigo o que é Gestão de Risco, tratamos da importância desse procedimento nas empresas e da necessidade de conhecer bem o contexto interno e externo da organização. Portanto, não basta apenas querer gerenciar riscos é preciso saber escolher as ferramentas para a Gestão de Riscos!

O que são as ferramentas de gestão de riscos?

O processo de gestão de riscos é conhecido por ser algo sistemático que visa a criação e proteção de valor. Como exemplo, temos a ABNT ISO 31000, a norma que possui as diretrizes para a gestão de Riscos, propõe uma estrutura que pode ser implementada em qualquer organização.

Abaixo nós temos a ilustração que sistematiza de forma geral, como deve ser estruturados os processos de gestão de riscos na organização.

A escolha das ferramentas necessárias precisaram atender as etapas do processo de avaliação de riscos e, assim, serem tratados. Em síntese, as ferramentas são metodologias e técnica que serão utilizadas em todo processo de avaliação de risco.

A gama de ferramentas disponíveis, hoje em dia, é enorme. O que as vezes até dificulta na hora da escolha. A ISO/ IEC 31010 traz um compilado de técnicas que podem ser utilizadas na gestão de riscos. Apenas neste documento, estão listadas 31 técnicas que podem atender as diversas necessidades da gestão.

Existem outras ferramentas, conhecidas na área da qualidade, que também podem ser usadas na avaliação de risco. Você pode conhecer um pouco delas no texto As 7 ferramentas da Qualidade.

Como escolher?

Antes de escolher as ferramentas é necessário conhecer o contexto interno e externo da organização e, assim, definir o escopo, contexto e critérios. Dessa forma o gestor saberá identificar quais ferramentas atenderam as necessidades da empresa.

Diante deste conhecimento, poderá ser necessário tanto um sistema mais simples a complexos que necessitem das mais variadas ferramentas. Elas precisaram atender a essas necessidades e também ser compatíveis aos princípios da gestão de riscos.

De acordo com a ISO 31010, as técnicas precisam apresentar as seguintes características:

  • Justificáveis e Apropriadas, ou seja, se adequem a realidade da organização;
  • Proporcionam entendimento da natureza do Risco: o conhecimento do risco é ampliado;
  • Como o risco pode ser tratado: o processo de avaliação precisa oferecer resultados que vão guiar a decisão de como tratar o risco, caso ele aconteça;
  • Rastreável: a ferramenta precisa oferecer a capacidade de conhecimento e acompanhamento em todo o processo de avaliação. É poder ter controle e transparência das informações;
  • Repetível: pode ser aplicada mais de uma vez;
  • Verificável: deve oferecer mecanismos de verificação, sendo possível percorrer por cada elemento dos processos;
  • Possibilidade de atualização e modificação: Os cenários de riscos podem alterar e as ferramentas precisam atender de forma constante essas modificações.

A APPCC, GUT, FMEA, HAZOP, SWOT e APR, são exemplos de ferramentas já consolidadas que atendem as características mencionadas acima. Além disso, temos sistemas de automação desses processos. Ou seja, softwares programados para auxiliar na Gestão de Risco que exercem o papel dessas ferramentas. O DocRisk é um software de gestão de riscos da Docnix, responsável por  calcular e gerir os possíveis riscos internos e externos da sua organização. A escolha pela automação, diminui as variedades de planilhas que seriam necessárias, economizando tempo e otimizando tarefas.


As características apresentadas acima, serão um norte na hora de escolher as ferramentas certas! Mas lembre-se: Entenda o seu contexto e conheça as necessidades da sua organização para fazer as escolhas certas para a sua gestão de riscos!

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