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O risco é uma ameaça ou probabilidade de um episódio perigoso acontecer. E essas situações, para as empresas, são as mais variadas possíveis — risco de calote, risco da concorrência, risco de desastres naturais — e variam em intensidade, tipo e impacto.

Não há como evitar o risco, porque ele é um evento aleatório e imprevisto. Entretanto, dentro do contexto, é possível diminuir as probabilidades de sua ocorrência. É como um trabalhador que executa serviços em edifícios e utiliza os equipamentos de segurança em altura para não cair durante o trabalho. Essa é uma situação clara na qual o risco existe, porém foi minimizado pelas prevenções que foram tomadas.

No trabalho das empresas não é diferente, muitos são os riscos, por este motivo é importante fazer um levantamento dos principais e elaborar um planejamento para a gestão de riscos.

Não é fácil gerenciar riscos, mas com a prática e algumas ferramentas você consegue. Atualmente, existem softwares de gestão de riscos que auxiliam a empresa na gestão e tomada de decisões estratégicas.

Separamos uma lista de erros comuns a serem evitados na gestão de riscos. Confira:

  1. Não analisar todas as áreas

É comum priorizar algumas áreas da empresa e negligenciar outras, assim como esquecer dos riscos externos que ameaçam a organização. Devido a isso, sugere-se mapear riscos por áreas (internas e também a externas). Tudo que pode gerar algum dano impactante deve ser considerado e gerenciado seja ele físico, organizacional ou processual.

Não se deve dar pouca importância aos riscos, acreditando que seus impactos sobre a empresa serão mínimos. É necessário ter uma visão global e perceber que preocupar-se apenas com um risco e esquecer-se dos demais pode trazer sérios problemas.

  1. Acreditar que tudo é um risco

Se não mapear todos os riscos é um erro, imagine como é acreditar que tudo é um risco. Você perderia horas fazendo um grande levantamento e levaria ainda mais tempo pensando em como gerenciar todos eles.

Mas lembre-se: o que é um risco para o gestor financeiro pode não o ser para o chefe de produção. Daí a importância de mapeá-los e ter uma equipe multidisciplinar para lidar com o assunto. Nada de deixar tudo só para o gestor!

  1. Deixar de documentar o gerenciamento de riscos

O gerenciamento de riscos precisa ser documentado, ele deve ser um plano que traz todos os riscos diagnosticados, soluções para a minimização dos riscos, etapas e cronograma de implantação, entre outras informações relevantes.

Além disso, é importante documentar a incidência do risco quando ele ocorre. Por mais que se tenha cuidado na prevenção, eles podem ocorrer. Algumas vezes, podem acontecer situações de pequeno impacto que, quando não identificadas terem o seu risco aumentado, causando sérios prejuízos.

Um software de gestão de riscos é ideal para registrar o plano e auxiliar na gestão das ocorrências.

  1. Não dar continuidade

Outro erro comum é começar o plano de gestão de riscos e dar pouca importância ou deixar de dar continuidade a ele. O projeto é a etapa de mais envolvimento, mas depois disso deve-se proceder com a sua execução e manutenção, mitigando os riscos antigos e diagnosticando novos.

A gestão de riscos é fundamental para as empresas e deve ser levada a sério. Não basta saber que o risco existe, é necessário ter um plano para gerenciá-lo. E, se você acha chato fazer tudo manualmente sem roteiro, sem escalas e sem apoio, não deixe de adquirir um software de gestão de riscos.

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